Que dia é hoje?
Eu perguntava ao dia
Que dia é hoje, dia?
Eu perguntava a hora ao menino do bar
Que bar é esse?
Eu perguntava ao menino, da hora
Eu perguntava ao menino da hora do bar
Que voz aquela que ouvi distante?
Que voz aquela, daquele bar, naquele instante?
Que voz? Que garganta arranhada?
Eu perguntava
Agora à noite, eu perguntava
Eu não sei. Outro dia escrevi quatro coisas em estado catártico. Já sou assim, aquariano com grande prazer em estrelismo, resolvi compartilhar. O mundo precisa de poema. Eu preciso de poema. Por Caio Franco
domingo, 15 de maio de 2016
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